BLACK BAND DE COUNT BASIE

William “Count” Basie, pianista, compositor, arranjador e bandleader, manteve-se arivo por mais de 40 anos. Nas diversas formações da lendária orquestra, atuaram expoentes do jazz como: Lester Young, Hershell Evans e Don Byas (saxofonistas), Buck Clayton, Clark Terry e Harry ”Sweets” Edison (trompetistas). Benny Morton, Grover Mitchell e Dick Wells (trombonistas), na bateria Jo Jones, Freddy Green guitarrista e Walter Page contrabaixista, entre outros de igual quilate. A orquestra deixou gravado extenso acervo nas etiquetas Brunswick, Columbia, Decca, RCA Victor, Pablo, Clef, Roulette e Concord Jazz. Uma corporação, musical com um “swing” irresistível. Ouçam e constantem.

JO STASFFORD

Jo Elisabeth (Jo) Stafford, nasceu em Coalinga-California a 12 de novembro de 1917 e começou a cantar com suas irmãs Pauline e Christine, formando o “Stafford Trio”. Em 1938 juntou-se ao conjunto vocal The Pied Pipers, atuando na big band do trombonista Tommy Dorsey até 1944, quando foi para a carreira solo contratada pela gravadora Capitol Records, sob a supervisão do maestro-arranjador Paul Weston que, mais tarde tornar-se-ia- seu marido. Jo construiu um admirável acervo fonográfico nos selos Capitol, Columbia, Reprise e Corintyan Records, este de propriedade do casal. Um lindo timbre de soprano com total ausência de vibrato, um balanço suave e equilibrado. Uma das mais belas vozes dos anos 1940, 50 e 60.

FRANK SINATRA

Francis Albert Sinatra (1915-1998), simplesmente “o cantor do século XX”, “the old blue eyes”, “the charman of the board”. Eis um cantor realmente notável em todos os pontos de vista. Crooner das big bands de Harry James e Tommy Dorsey entre 1939 e 1942. Como intérprete in dependente a partir de 1943, gravou na Columbia, Capitol e Reprise Records, esta de sua propriedade (1960). Durante a longa carreira discográfica gravou cerca de 1300 temas em estúdio e vendeu até nossos dias aproximadamente 500 milhões de cópias. Outra face de seu talento, ator em Hollywood e ganhador do “Oscar” da Academia por seu desempenho na película “A Um Passo da Eternidade” de 1953 como melhor ator coadjuvante. Aqui, Sinatra em refinadas interpretações e seu fraseado personalíssimo.